BOCA DO ACRE (AM) — Enquanto nas grandes cidades os engarrafamentos e as colisões acontecem no asfalto, no interior do Amazonas o "trânsito" tem suas próprias regras e seus próprios perigos. Na última quinta-feira (23), os moradores de Boca do Acre presenciaram uma prova clara de que a rotina fluvial exige tanta atenção quanto qualquer avenida movimentada: uma canoa e uma embarcação do tipo voadeira colidiram em cheio nas águas do rio.

Apesar do forte impacto e do susto que mobilizou quem estava por perto, o acidente felizmente não deixou feridos.

O acidente ocorreu durante o fluxo normal de navegação, momento em que ambas as embarcações cruzavam o trecho aquático. Com o choque:

A canoa e a voadeira sofreram danos materiais significativos em suas estruturas.

Em municípios como Boca do Acre, os rios cumprem o papel das principais vias públicas. São neles que a população se desloca para ir ao trabalho, transportar mercadorias, estudar e acessar serviços básicos.

Com a mistura de pequenas canoas a remo, rabetas e voadeiras de alta potência circulando no mesmo espaço, especialistas e navegantes reforçam a importância de manter a atenção redobrada, respeitar os limites de velocidade perto das margens e utilizar sempre os equipamentos de segurança, como coletes salvavidas.

Por sorte, a colisão desta quinta-feira resultou apenas em prejuízos materiais e em uma boa história para contar — além de servir como um aviso importante para quem faz do rio o seu caminho diário.



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