RIO BRANCO – O silêncio
do luto deu lugar ao clamor por justiça e proteção na manhã desta
segunda-feira, 11. Servidores da rede pública de ensino realizaram um protesto
em frente à Prefeitura de Rio Branco, exigindo medidas concretas de segurança
após o trágico ataque a tiros ocorrido no Instituto São José, que resultou na
morte de duas servidoras e deixou outras duas pessoas feridas.
O clima entre os manifestantes
era de indignação e vulnerabilidade. Além da dor pelas perdas recentes, a
categoria aproveitou o ato para denunciar uma realidade cotidiana marcada por
ameaças, violência física e emocional, e uma sobrecarga de funções que, segundo
os profissionais, está adoecendo quem deveria educar.
Para os profissionais
presentes, o episódio no Instituto São José foi, mas o ápice de uma crise de
segurança que vem se arrastando há anos. Relatos de invasões e ameaças diretas
a professores e funcionários foram o centro das discussões durante a
manifestação.
Insegurança Generalizada: Servidores afirmam que as unidades de ensino estão vulneráveis a acessos externos não controlados.
O sindicato da categoria
reforçou que a mobilização não se encerra com o protesto de hoje. O objetivo é
pressionar o poder público para a criação de protocolos rigorosos de proteção e
a contratação de pessoal especializado para a vigilância das unidades.

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