RIO BRANCO – O que era para ser um dos principais fluxos de escoamento do trânsito na capital tornou-se uma armadilha para quem trafega pela região do Segundo Distrito. Um buraco de grandes proporções, localizado exatamente na curva da rotatória do Estádio Arena da Floresta, tem tirado o sono de motoristas e motociclistas que passam pelo local diariamente.

A cratera, que vem aumentando de tamanho devido às recentes chuvas e ao intenso tráfego de veículos pesados, força os condutores a realizarem manobras bruscas. Em um ponto onde a atenção deveria estar voltada para a preferencial e para a entrada na rotatória, o foco tem sido um só: desviar para não quebrar o veículo.

Acidentes em Cadeia: Motoristas freiam bruscamente ao perceberem a profundidade da falha no asfalto, aumentando o risco de colisões traseiras.

Quedas de Motociclistas: Para quem anda em duas rodas, o perigo é dobrado. À noite, a visibilidade reduzida transforma o buraco em um fator determinante para quedas graves.

Danos Materiais: Pneus estourados, rodas amassadas e suspensões danificadas já fazem parte do relato de quem não conseguiu desviar a tempo.

"Passo por aqui todo dia para trabalhar e a situação só piora. Quando chove, o buraco vira uma poça e a gente não sabe a profundidade. É um descaso com quem paga imposto", afirma o motoboy Marcos Silva, que quase se acidentou no local na última semana.

Além do problema estrutural, a reportagem constatou a ausência de sinalização de advertência no trecho. Sem cones ou placas que alertem sobre a irregularidade na pista, os condutores só percebem o obstáculo quando já estão em cima dele, o que reduz drasticamente o tempo de reação.


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