RIO BRANCO – Em resposta à continuidade dos impactos causados pelas cheias do Rio Acre, a Prefeitura de Rio Branco oficializou, nesta segunda-feira (29), a prorrogação do decreto de situação de emergência por mais 12 meses. O dispositivo, que teve origem ainda na primeira grande inundação de 2025, visa garantir agilidade administrativa e suporte às famílias atingidas.

A decisão foi fundamentada na necessidade de manter o fluxo de assistência humanitária e na execução de obras de recuperação que ainda se fazem necessárias. Com a renovação, o município mantém o respaldo jurídico para a dispensa de licitações em serviços essenciais e na compra de insumos destinados ao socorro da população.

Diferente das etapas anteriores, esta prorrogação traz um olhar mais rígido sobre as consequências sanitárias do período pós-cheia. O novo texto inclui procedimentos específicos na área da saúde, visando combater a proliferação de doenças infectocontagiosas, como a leptospirose e síndromes respiratórias, comuns após o recuo das águas.

A medida entra em vigor imediatamente após a publicação no Diário Oficial, assegurando que as equipes de assistência social e saúde não sofram interrupções em seus cronogramas de atendimento.

“Durante coletiva, o prefeito Tião Bocalom afirmou que durante sua gestão não teve nem uma morte causada pela enchente.”, disse.


No começo do ano O jovem Roger da Silva Matos, 18 anos, desapareceu no sábado dia 15, 03,2025, ao tomar banho com amigos no Rio Acre, em plena cheia do manancial. O jovem desapareceu embaixo da Ponte Metálica Juscelino Kubitschek, Roger desapareceu. Do rio, que atualmente encontra-se acima da cota de transbordamento em Rio Branco.

Postar um comentário