A Polícia Civil do Acre
(PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), cumpriu
na tarde desta quinta-feira, 7, o mandado de prisão preventiva em desfavor de
K.M.S., no desdobramento das investigações sobre a morte da advogada Juliana
Chaar, ocorrida por atropelamento doloso.
A medida cautelar foi
solicitada pela autoridade policial ao final da apuração dos fatos, que indicou
a existência de dois momentos distintos no crime. Segundo o delegado
coordenador da DHPP, Alcino Sousa Júnior, antes do homicídio da advogada, o
investigado, de posse de uma arma de fogo de uso restrito, tentou contra a vida
de pessoas envolvidas no início da ocorrência.
“O trabalho minucioso das equipes de investigação, da perícia criminal e a análise detalhada de imagens e depoimentos de testemunhas foram fundamentais para o completo esclarecimento dos fatos”, destacou o delegado Alcino.
Com a conclusão do
inquérito, a Polícia Civil indiciou o motorista da caminhonete que atropelou a
vítima, pelo crime de homicídio qualificado, e K.M.S., pelo crime de homicídio
tentado, com o agravante do uso de arma de fogo de uso restrito. Ambos estão
presos e à disposição da Justiça.

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