O
Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Trabalho na
Defesa dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (GT-TEA),
acompanha a denúncia de constrangimento sofrido por uma criança com Transtorno
do Espectro Autista (TEA) e sua mãe em uma agência bancária de Rio Branco.
O
MPAC realizará uma escuta humanizada da família, com objetivo de oferecer
acolhimento adequado e coletar as informações para adotar as providências
cabíveis.
De
acordo com o relato encaminhado ao MPAC, a mãe da criança afirmou ter sido
constrangida por um segurança do estabelecimento, que teria determinado que a
filha se calasse em razão do seu comportamento característico do espectro.
A
situação foi considerada vexatória e discriminatória pela mãe, que afirmou ter
ouvido relatos semelhantes sobre experiências vividas por outras famílias no
mesmo estabelecimento.
O
episódio foi formalmente comunicado ao MPAC pelo vereador Felipe Tchê.

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