Em coletiva de imprensa
realizada na manhã desta segunda-feira, 23, a Polícia Civil do Acre (PCAC)
prestou esclarecimentos à imprensa sobre a investigação da morte da advogada
Juliana Chaar, vítima de um atropelamento ocorrido na madrugada do último sábado,
21, em Rio Branco.
De acordo com as
autoridades policiais, assim que tomou conhecimento do fato, a Polícia Civil
deu início aos trabalhos investigativos, inicialmente conduzidos pela Delegacia
de Flagrantes (Defla). No local, alguns dos envolvidos foram levados para
prestar depoimento e foi lavrado um auto de prisão em flagrante contra um dos
indivíduos, que estava de posse de uma arma de fogo. Ele foi indiciado por esse
crime.
Além disso, também foi
lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) em desfavor de pessoas
envolvidas em uma briga generalizada momentos antes do atropelamento que tirou
a vida de Juliana Chaar.
A investigação agora
passa a ser conduzida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP),
que concentrará esforços em esclarecer as circunstâncias que envolvem o
atropelamento e os disparos de arma de fogo registrados no local.
O delegado Cristiano
Bastos, titular da DHPP, afirmou que a Polícia já identificou o condutor da
caminhonete envolvida no atropelamento e aguarda sua apresentação. O advogado
do investigado entrou em contato com a Polícia Civil, que espera sua ida à
delegacia para adoção das providências cabíveis.
“Nosso trabalho agora é
levantar todas as circunstâncias e responsabilidades. Já requisitamos os laudos
periciais e ouviremos novamente todas as testemunhas envolvidas no episódio.
Somente após essas análises poderemos decidir sobre novos indiciamentos”,
explicou o delegado Cristiano Bastos.
Nesta segunda-feira, a
Polícia Civil também cumpriu três mandados de busca e apreensão relacionados ao
caso, o que reforça o compromisso da instituição em esclarecer todos os fatos
com rapidez e responsabilidade.
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