Uma operação da Polícia
Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, realizada na
última quarta-feira, 30, com apoio da Polícia Militar por meio do Canil
(CPCAES), resultou na prisão de dois homens e na apreensão de drogas, arma de
fogo, dinheiro e diversos produtos de origem suspeita em uma residência
localizada no bairro Eldorado.
A ação foi deflagrada em
cumprimento a mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça, após
investigações que apontavam o imóvel como ponto de venda de drogas e local de
receptação de produtos furtados. Os presos foram identificados como D.F.L., de
63 anos, proprietário do imóvel, e M.D.R.S., de 30 anos, conhecido como
“Pulguinha”.
Segundo o delegado Erick
Ferreira Maciel, responsável pela investigação, o local vinha sendo monitorado
com base em denúncias e diligências da equipe. Durante o cumprimento do mandado,
as equipes policiais cercaram o imóvel por volta das 8h30 da manhã e
encontraram, além dos dois principais suspeitos, outros indivíduos já
conhecidos pelo uso de entorpecentes.
“No momento da abordagem,
“Pulguinha” tentou fugir pelos fundos da casa e se desfazer de parte da droga
no vaso sanitário, além de destruir o próprio celular em uma tentativa de
ocultar provas. Ainda assim, os policiais conseguiram recuperar porções de
maconha e oxidado de cocaína”, informou Maciel.
Durante as buscas no
interior do imóvel, foram localizadas porções de maconha, cocaína e oxidado de
cocaína, mais de R$ 670 em dinheiro (reais e bolivianos), uma espingarda
calibre 36 com cano serrado, um simulacro de pistola, uma caderneta com
anotações do tráfico, além de diversas ferramentas e objetos de procedência
duvidosa que podem ter sido trocados por drogas.
Interrogados, os dois
suspeitos confessaram já possuir antecedentes criminais por tráfico de drogas.
Ambos receberam voz de prisão em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas,
associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo. Eles foram conduzidos
à Delegacia de Polícia Civil de Brasiléia e estão à disposição da Justiça.
O delegado Erick Maciel
já representou pela prisão preventiva dos acusados, e as investigações
prosseguem para identificar a origem dos demais objetos apreendidos.
Enviar um comentário